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Pastor da Assembleia de Deus em Monlevade foi vítima de denunciação caluniosa, afirma a Polícia Civil

Mulher teria sido instruída a fazer falsa denúncia de importunação sexual devido ao descontentamento de alguns membros da igreja com o então presidente

Por Redação - Portal Notícia1 em 14/06/2022 às 17:16:38

Foto: Reprodução/Twitter

Denunciação caluniosa. Essa foi a conclusão das investigações da Polícia Civil sobre uma denúncia de possível importunação sexual, que partiu de uma mulher, contra o então presidente da Assembleia de Deus em João Monlevade. A denúncia foi feita em maio e o caso foi amplamente divulgado em alguns jornais e portais de notícias de Monlevade e região.

Segundo a delegada que presidiu as investigações, Camila Batista Alves, foi constatado que a mulher teria sido instruída a fazer a falsa denúncia. Chamou atenção ainda o fato da mulher ter registrado a denúncia em cartório antes de ir às autoridades policiais.

Conforme apurado pela reportagem, a motivação para a falsa denúncia seria a insatisfação de alguns membros da Assembleia de Deus Templo Arca, inclusive da alta administração, com mudanças feitas pelo pastor falsamente acusado. Ele assumiu a presidência da Assembleia de Deus após o falecimento do pastor Sérgio Eleutério, vítima do coronavírus. Logo após a denúncia, um conselho de pastores decidiu afastá-lo da presidência.

A suposta vítima de importunação sexual será indiciada por denunciação caluniosa e as investigações podem ter novos desdobramentos. O inquérito será remetido à Justiça.

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