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Limpeza urbana e acessibilidade são pautas na Câmara de João Monlevade

Discussões têm destaque já que pauta do Legislativo está trancada, devido a não votação de projeto de Lei

Por Redação/N1 em 13/06/2024 às 15:26:42

Foto: Flávio Lial/Acom CMJM

A reunião ordinária da Câmara de João Monlevade não teve tramitação de projeto, já que a pauta está trancada devido ao pedido de vistas do vereador Revetrie Teixeira (MDB) a um projeto de Lei que tramita na casa desde março. O vereador justificou que solicitou informações à Prefeitura, que demorou a responder. A matéria trata de alterações no contrato do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Piracicaba (CISMEPI). Ainda assim, a reunião da Câmara foi pautada por cobranças ao Executivo, em especial no que diz respeito à limpeza urbana e acessibilidade.

Sobre a limpeza, Revetrie disse ter falha no recolhimento do lixo depositado nos contêineres adquridos e alocados pela Prefeitura em vários pontos da cidade. O objetivo do Executivo era que ocorresse o descarte correto do lixo, mas Revetrie declarou que não há um caminhão adequado para fazer o recolhimento dos resíduos em containeres. "Isso é brincar com o dinheiro público", disse. Em resposta a esta crítica, o líder do Governo, Belmar Diniz (PT) pontuou que a Prefeitura quis ofertar ao cidadão mais uma forma de descarta adequadamente o lixo doméstico, mas que muitos não descartam apenas esse tipo de resíduo, e esses devem ser penalizados. Ainda de acordo com o vereador, "o Governo teve as melhores intenções ao adquirir o container". Ele pontuou que em muitos locais funciona e onde há reclamações de que não, que se tenha fiscalização.

Acessibilidade

Outro ponto discutido na reunião ordinária foi a acessibilidade e a inclusão. Bruno Cabeção (Avante) lembrou do projeto de Lei de autoria dele, Belmar Diniz e Revetrie Teixeira e aprovado pelos vereadores, que obriga a presença de um intérprete de libras nos eventos. Como João Monlevade vem tendo eventos culturais por meio da Fundação Casa de Cultura, Bruno pediu que a Fundação tenha a responsabilidade de cumprir a lei. "Nossa lei obriga empresários do setor privado, mas fala que o Poder Público tem que cumprir seu papel", lembrou ele.

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